O concorrente do Secret Story 10, Diogo Maia, enfrenta agora uma frente judicial fora da casa da Malveira.
A Associação Supera-te avançou com uma queixa-crime junto do Ministério Público de Mafra por alegada “violência psicológica e emocional” praticada pelo futebolista no contexto do reality show. A denúncia, oficializada no passado dia 23 de março de 2026, estende-se ainda à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) e à própria TVI, colocando sob escrutínio as dinâmicas relacionais exibidas em horário nobre.
A presidente executiva da associação, Cátia Sofia, justificou a medida em declarações à revista TV 7 Dias, sublinhando que a “triangulação amorosa” e as atitudes de Diogo para com Eva Pais configuram indícios de um crime público.
Segundo a responsável, o comportamento do concorrente que se envolveu com Ariana Miranda sob o mesmo teto onde reside a sua então namorada de cinco anos não pode ser desvalorizado como mero conteúdo de entretenimento, uma vez que espelha dinâmicas de abuso emocional que devem ser denunciadas por qualquer cidadão.
Através das redes sociais, a Associação Supera-te reforçou a necessidade de os canais de televisão incluírem avisos pedagógicos e informações de apoio a vítimas em rodapé sempre que tais conteúdos são transmitidos. A organização defende que a exposição mediática de Diogo e Ariana debaixo dos lençóis, perante a fragilidade de Eva, exige um alerta social para a prevenção da violência doméstica nas suas formas menos visíveis, mas igualmente destrutivas, como a manipulação e a pressão psicológica.
Esta queixa-crime surge num momento de extrema tensão no programa, com Diogo Maia a tentar agora um reposicionamento estratégico e um pedido de perdão a Eva. Contudo, o caso ganha uma dimensão que ultrapassa as paredes da casa, com as autoridades judiciais a terem agora a responsabilidade de analisar se as imagens transmitidas constituem prova de comportamentos criminosos. O desfecho desta denúncia poderá marcar um precedente importante na forma como os reality shows gerem conflitos relacionais e na responsabilidade social das estações de televisão perante o público.